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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

ARCIMBLDO


A arte de Arcimboldo

Antes de todo o surrealismo, impressionismo e alegorismo ter surgido na arte contemporânica, já existia um artista italiano do século XVI que pintava muito à frente do seu tempo. Giuseppe Arcimboldo juntava vários objetos, animais, frutos e vegetais na sua pintura, dando origem a a rostos bastante renascentistas.

Muitos de nós conhecemos os retratos, mas não sabemos quem é o autor. E mais: não pensamos que quem pintou estes quadros já tenha vivido há quase 500 anos, de tão modernos que nos parecem.

Durante a sua vida Arcimboldo foi um artista de relevo: sabia que os frescos da catedral de Monza, em Milão, são, em parte da sua autoria? Trabalhou também para diversos reis: Fernando I de Viena, Maximilian II e Rudolf II de Praga e Augustos da Saxônia foram alguns dos seus clientes. Além de pintor, foi também decorador e estilista para as cortes mais prestigiadas da Europa.

Apesar da quantidade de trabalho mais tradicional que fez, os quadros que sobreviveram ao passar da História e que hoje conhecemos são aqueles em que os bustos dos nobres são "montados" com vegetais, frutas, raizes, animais e objectos quotidianos. Devido a estas pinturas estranhas para a época, há até críticos de arte que pensam que Arcimboldo era mentalmente perturbado ou louco.

A sua obra haveria de influenciar, mais tarde no século XX, os pintores surrealistas, sendo redescoberto por Salvador Dalí. Inclusive, em 1987 foi organizada em Veneza uma exposição de pintores surrealistas chamada "The Arcimboldo Effect". Octavio Campo, Shigeo Fukuda e Sandro del Prete são outros artista surrealistas que admitiram ser influenciados por este italiano renascentista.





quarta-feira, 26 de setembro de 2012

WASSILY KANDINSKY


Vida e obra de Wassily Kandinsky.


Wassily Kandinsky (1866-1944)  -  O arauto da arte abstrata


Wassily Kandinsky poderia ter sido apenas um obscuro professor de direito na velha Rússia czarista, se não houvesse decidido, certa manhã, conferir uma exposição de pintores impressionistas franceses em Moscou. A visão de um monte de feno, pintado por Monet, provocou nele um entusiasmo incomum.

Numa época em que os críticos mais tradicionais torciam o nariz e consideravam os quadros impressionistas meros borrões de tinta sobre a tela, Kandinsky ficou deslumbrado. Segundo ele próprio contaria mais tarde, foi ali que percebeu, pela primeira vez, que a obra de arte não precisava se resumir a imitar a natureza. Estava plantada a semente da arte abstrata, forma de expressão que teria em Kandinsky um pioneiro e um de seus mais ardorosos teóricos.

Nascido em Moscou, no ano de 1866, Kandinsky não abraçou o abstracionismo da noite para o dia. Foi necessário todo um processo de evolução pictórica, até alcançar gradativamente a completa abolição da figura em sua obra.

Ainda sob o efeito da exposição impressionista, decidiu recusar o cargo de assistente na faculdade de direito em uma universidade russa e, em 1896, aos 30 anos, mudou-se para Munique, na Alemanha, com o firme propósito de dedicar-se ao estudo da arte. Antes de partir, casou com uma prima, Anya Ticheyeva, que levou junto com ele.

Mas as aulas ministradas pelos professores na Alemanha, ainda presos ao realismo e ao academicismo, não o satisfizeram. Aproximou-se então de artistas mais jovens, como Paul Klee, e passou a desenvolver sua própria teoria estética, pregando a libertação da arte da reprodução subserviente da natureza.

Seus primeiros quadros europeus, é verdade, ainda mostravam nítidas influências impressionistas. Exibiam figuras humanas, objetos naturais e evocavam elementos da arte popular russa. Aos poucos, porém, os contornos se fizeram mais imprecisos, os rostos perderam definição e, cada vez mais, as formas tornaram-se apenas vagas referências de algo existente no mundo real. "Enquanto a arte não dispensar o objeto, ela será meramente descritiva", sentenciou Kandinsky.

Casado pela segunda vez, com uma artista alemã, Gabriele Muenter, Kandinsky decidiu voltar à Rússia em 1914. Três anos depois, em 1917, trocou Gabriele por uma jovem russa, Nina von Andreyewsky, com quem ficará até o fim da vida. Naquele mesmo ano, eclodiu a revolução socialista, liderada por Lênin. Respeitado pelos intelectuais revolucionários, o artista foi convidado a fazer parte do Comissariado para a Educação e a dar aulas em academias estatais, mantidas pelo novo regime.

Mas a pintura de Wassily Kandinsky era abertamente incompatível com o "realismo socialista", estilo imposto aos artistas russos após a Revolução. Classificado pelos ideólogos soviéticos como um representante da "arte burguesa e decadente", Kandinsky viu-se obrigado a deixar novamente o seu país natal, retornando em 1921 à Alemanha, onde assumiu o cargo de professor da Bauhaus, famosa e inovadora escola de arquitetura e artes aplicadas.

Em 1933, com a chegada de Hitler ao poder, a alemã Bauhaus foi fechada. Kandinsky, que já fora criticado e defenestrado pelos soviéticos, passou a ser rotulado pelos nazistas como um "cancro da bolchevização da arte". Não lhe restava outra alternativa a não ser providenciar uma nova e imediata transferência, agora para Paris.

Sete anos mais tarde, quando os nazistas invadiram a França, Wassily Kandinsky estava velho demais para empreender mais outra mudança. Septuagenário, cuidou de diminuir o ritmo de sua produção e passou a viver de forma discreta e reservada.

Kandinsky morreu em 1944, aos 78 anos. Passado o obscurantismo nazista, seu nome foi aclamado, na Alemanha e em toda a Europa, como o mestre que inaugurou o abstracionismo, uma das maiores revoluções de todos os tempos na história da arte.

Curiosidades
  • De cabeça para baixo
    Kandinsky costumava dizer que passou a compreender de forma mais decisiva o poder da arte abstrata quando, certa noite, ao entrar em seu ateliê, não conseguiu reconhecer um de seus próprios trabalhos, que estava de cabeça para baixo.
  • Coisa de louco
    As primeiras reações da crítica à obra abstracionista de Kandinsky foi de absoluta surpresa e rejeição. Muitos consideraram que aquele amontoado de linhas, cores e formas sem significado era obra de um doido varrido. Ou, na melhor das hipóteses, de alguém que manejara tintas e pincéis sob os efeitos de algum alucinógeno, como o haxixe.
  • Teoria e prática
    Kandinsky, além de artista, era também um teórico. Escreveu alguns livros para defender suas idéias a respeito do abstracionismo. Entre suas obras principais destacam-se "Do Espiritual na Arte", publicado em 1912, e "Ponto e Linha sobre o Plano", editado na forma de apostila pela Bauhaus.
  • Cidadão do mundo
    Kandinsky mudou de nacionalidade duas vezes. Inicialmente, após deixar a Rússia e fixar-se em Munique, solicitou cidadania alemã. Mais tarde, com a ascensão dos nazistas ao poder, refugiou-se em Paris e, mais uma vez, trocou oficialmente de nacionalidade, tornando-se cidadão francês.
  • Ao lado de Freud e Einstein
    O abstracionismo de Kandinsky representou uma ruptura tão radical em relação à arte figurativa tradicional que, hoje, muitos críticos e historiadores da cultura costumam colocá-lo em um honroso panteão de grandes pensadores e cientistas da história da humanidade: ele estaria, para a pintura, no mesmo grau de importância que Freud tem para a psicologia e Einstein para a física.


Contexto histórico
Em busca do traço puro

O abstracionismo, inaugurado por Kandinsky por volta de 1910, tem como pressuposto básico a realização de uma arte independente do mundo externo e da realidade visível, ou seja, uma obra composta apenas por elementos puros, como as formas, as linhas e as cores. Também chamado de "arte abstrata", este movimento se desenvolveu em várias vertentes, até passar a ser o traço predominante de toda a produção artística realizada ao longo do século 20.

Os abstracionistas radicalizaram uma tendência típica das principais vanguardas artísticas do final do século 19 e início do século 20. Desde a invenção da fotografia, o impressionismo havia buscado novas formas de representar o mundo, distanciando-se da mera reprodução "fiel" e "imutável" dos objetos. Os impressionistas procuravam captar as impressões visuais provocadas por estes mesmos objetos em determinado momento, impressões fugidias, que poderiam variar de acordo com a luz, por exemplo. Com a eliminação dos contornos, o impressionismo produziu pinturas em que a luminosidade – e não as pessoas ou as coisas – era o principal tema do quadro.

Os pós-impressionistas e expressionistas, por sua vez, libertaram a cor e a linha de suas funções meramente representativas, exagerando propositalmente as formas, para expressar a prevalência da emoção do artista sobre o mundo real. Os cubistas, a seu modo, também romperam com a idéia da arte como imitação da natureza, ao abandonar as noções tradicionais de perspectiva e volume, retratando os objetos de vários pontos de vista simultâneos, decompostos em figuras geométricas.

Mas, a todos esses e outros movimentos que procuravam um distanciamento e uma releitura do chamado "mundo objetivo", o abstracionismo contrapôs uma recusa radical a qualquer espécie de representação. Em outras palavras, não se tratava mais de ver os objetos do mundo com novos olhos, mas de criar um universo à parte, uma realidade autônoma, criada pelo próprio artista. Era isso o que Kandinsky queria dizer com uma de suas frases mais célebres: "Criar uma obra de arte é criar um mundo",

Sites relacionados
  • Kandinsky– Página em português sobre a vida e a obra do artista.
  • WebMuseum – Galeria virtual, com informações sobre Kandinsky e reproduções ampliáveis de alguns de seus principais trabalhos.
  • Museu Guggenheim– Página da instituição dedicada a Kandinsky. Contém dados biográficos e fotos comentadas de obras do artista.
  • ArtCyclopedia– Relação e localização das principais obras de Kandinsky, espalhadas em museus e galerias de todo o mundo.
  • Folha Online – Veja tudo o que já se publicou sobre Kandinsky na Folha Online

Principais obras

1. Parque de Achityrka (1901) – Obra ainda influenciada pelos impressionistas, antes da conversão definitiva do artista ao abstracionismo. 
2. Composições, Improvisações e Impressões – Série de quadros realizados entre 1910 e 1914, nos quais Kandinsky parte de formas difusas até chegar à abstração pura.



3. No Quadrado Negro (1923) – Trabalho representativo da fase em que, na década de 1920, Kandinsky passa a utilizar elementos geométricos.
4. Élan Tempéré (1944) – O último quadro pintado por Kandinsky, pouco antes de falecer.

Fonte:  http://mestres.folha.com.br/pintores/18/

http://7dasartes.blogspot.com.br/2011/06/vida-e-obra-de-wassily-kandinsky.html ACESSO EM 26/09/2012

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

ROMERO BRITTO: A MARCA DA ALEGRIA



Spanish Sensation

- Tais Luso de Carvalho

Trago aqui, com muita satisfação, o artista brasileiro Romero Britto que nasceu em 1963 - Pernambuco. É muito difícil postar Romero por suas inúmeros obras - difícil de escolher -, e também falar de seu lindo trabalho beneficente e por vários prêmios recebidos por sua postura humanitária.

Artista autodidata, em 1983 começou a combinar o cubismo de Picasso com o pop de Andy Warhol. Segundo o The New York Times da obra de Britto emana otimismo, calor e amor.
No ano de 1988 Britto muda-se para Miami para impor-se como um artista internacional. Este brasileiro é um dos mais conhecidos artistas contemporâneos do mundo.  Coloca a cor na vida e tenta fazer com que cada dia seja mais brilhante. Seu estilo é inconfundível.

Chegando nos Estados Unidos, foi lavador de carros, cortador de grama, vendia sanduíches; e à noite pintava. E ao vender suas obras na rua foi descoberto por uma famosa marca de Vodca. Daí para fama foi um pulo.

No ano seguinte, juntamente com Andy Warhol e Keith Haring é selecionado para a Absolut Art de uma campanha publicitária. Cria cartazes para eventos importantes e seu trabalho é conhecido em museus e galerias em mais de 100 países. Inúmeros trabalhos publicitários para Coca Cola, Disney, IBM, Apple...

Doa tempo, trabalho e recursos para mais de 250 organizações beneficentes do mundo. Britto falou no Fórum Econômico Mundial de Davos e em inúmeras escolas e instituições. A marca Romero Britto está licenciada para automóveis, roupas, utensílios, malas, bolsas em tudo o que se possa imaginar.

Britto vendeu suas obras a várias celebridades, entre algumas... Andre Agassi, Ted Kennedy, Madonna, Bill Clinton, Carlos Mennem, Michael Jordan, Paloma Picasso, Arnold Schwarzenegger, Eilen Guggenheim, David Caruso, Pelé, Marta Stewart, família Safra, família Roberto Marinho... Um mundo de alegria na residência de cada um.

A ingenuidade de sua obra é o ponto forte. Sua arte é cativante, colorida, positiva e eleva. Está aí para alegrar as crianças e adultos. É considerado um artista altamente realizado, com trabalhos notáveis de arte em todo o mundo.  
'No final está o site do artista para os que quiserem saber bem mais do que postei'.

Clicando nas fotos terá o zoom de todas. 
The good life                                       American eagle
Duke e Grace                                  Corações
  Warner Center - Nova York                   Miami Land Shark stadium
Restaurante no México                       escultura 'Sincero'
                            
       Michael Jackson                         Dalai Lama
  Adolescente      
                               
Com a princesa da Dinamarca
Fim da Inocência                  Cheek to cheek

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

PIET MONDRIAN


Piet Mondrian (1872-1944) - Neo-plasticismo (De Stijl)

The Red Tree. c.1909. Oil on canvas. 27 3/8" x 39". Gemeentemuseum, the Hague, Netherlands.

Evolution / Evolutie. 1910/11. Oil on canvas. 178 x 85 cm, 183 x 87.5 cm, 178 x 85 cm. Gemeentemuseum, the Hague, Netherlands.


Still Life with Ginger Jar I. / Stilleven met gemberpot I. 1911/12. Oil on canvas. 65.5 x 75 cm. Gemeentemuseum, the Hague, Netherlands.


Still Life with Ginger Jar II. / Stilleven met gemberpot II. 1911/12. Oil on canvas. 91.5 x 120 cm. Gemeentemuseum, the Hague, Netherlands.


Apple Tree in Flower. / Bloeiende appelboom. Oil on canvas. 78 x 106 cm. Gemeentemuseum, the Hague, Netherlands.


Composition Trees II./ Compositie bomen II. 1912. Oil on canvas. 98 x 65 cm. Gemeentemuseum, the Hague, Netherlands.



Composition No.9, Blue Façade / Compositie nr.9 Blue Façade. 1913/14. Oil on canvas. 95.2 x 67.6 cm. Foundation Beyeler, Basel, Switzerland.





Composition in Color A / Compositie in kleur A. 1917. Oil on canvas. 50 x 44 cm. Rijksmuseum Kröller-Müller, Otterlo, the Netherlands.



Composition with Red, Blue and Yellowish-Green / Compositie met rood, blauw en geel-groen. 1920. Oil on canvas. 67 x 57 cm. Wilhelm-Hack-Museum, Ludwigshafen am Rhein, Germany.

Tableau I. 1921. Oil on canvas. 96.5 x 60.5 cm. Museum Ludwig, Cologne, Germany.



Composition 2./ Compositie 2. 1922. Oil on canvas. 55.5 x 53.5 cm. The Solomon R. Guggebheim Museum, New York, NY, USA.



Composition II with Black Lines. / Compositie nr.2 met swarte lijnen. 1930. Oil on canvas. 50 x 51 cm. Stedelijk Van Abbe Museum, Eindhoven, the Netherlands.



14Composition with Two Lines / Compositie met twee lijnen. 1931. Oilon canvas, diagonal 114 cm. Stedelijk Museum, Amsterdam, Netherlands



Broadway Boogie-Woogie. 1942/43. Oil on canvas. 127 x 127 cm. The Museum of Modern Arts, New York, NY, USA.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

FERNANDO BOTERO



Botero nasceu em Medellín / Colômbia, no ano de 1932. Pintor, desenhista e escultor de grande originalidade. Conhecido pelas suas figuras obesas (sua marca) onde pode retratar, através delas, a família, o cotidiano, a vida burguesa, a cultura popular colombiana, animais, flores e personagens históricos. Seu estilo é inconfundível, único.

Especialista, também, em paródias dos grandes mestres da pintura, como Dürer, Bonnard, Velázquez e David. Suas obras são bem humoradas, transmitindo leveza e suavidade.

Em para Madrid, em 1952, estudou na Academia de San Fernando. De 1953 a 1955 dedicou-se aos afrescos e história da arte em Florença, o que veio a influenciá-lo.

Sua primeira exposição individual foi em Bogotá. Em 1952 foi para Espanha e após permaneceu dois anos na Itália. Aos 26 anos já era professor na Universidade Nacional de Bogotá. Em 1973 instalou-se em Paris. Atualmente mora em Mônaco e trabalha há 30 anos na cidade toscana de Pietrasanta. Para dar forma às suas esculturas obesas, Botero escolheu as fundições de Pietrasanta em 1980, cidade de 25 mil habitantes que atrai muitos artistas por ser um centro internacional de trabalho em mármore e bronze.

Em suas obras, as mais recentes, o artista retrata a violência e a tortura dos soldados americanos com os iraquianos. Vê-se em toda sua obra que Botero revela situações dramáticas, mas que prima por manter um grande interesse na estética.

Com várias exposições na Europa e nas Américas do Norte e do Sul, Fernando Botero foi premiado com o Primeiro Intercol, em Bogotá. Seus trabalhos estão presentes nos principais museus do mundo.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

GLÊNIO BIANCHETTI

Nascido em 1928, Bagé, Rio Grande do Sul, Glênio Bianchetti se apaixonou pela arte sem saber direito o que realmente significava. Pintor, escultor, ilustrador, professor e gravador, O artista aprimorou seus dons artísticos no decorrer dos anos, em cidades como Porto Alegre, Rio de Janeiro e Brasília. Hoje ele é reconhecido no país e afora pelas suas obras contemporâneas de sucesso mundial. Via Sacra, sua atual exposição é bela, diferente, contemporânea. Bianchetti focaliza os instantes que precederam a crucificação.


Feita sob encomenda, Imagens Sacras consumiu meio ano de trabalho.
“O tema é hiperbatido. Desde a Renascença até agora serviu de matéria-prima. Como fazer? Tenho que repetir. Para mim a Via-Sacra é Cristo, sozinho, caminhando para a morte. Mas não tem sangue nem violência”.

É considerado pelos críticos como um dos pintores expressionistas e figurativos de maior talento e originalidade dos últimos tempos. A pintura se confunde com a própria vida do artista gaúcho.
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/videos/busca/busca.asp?palavrarapida=bianchetti&tipo_pesq=titulo&sid=62132099413112476557223725&k5=DC349BB&uid=&limpa=0&parceiro=OAXOAR&x=31&y=11 ACESSO EM 31/10/2011

FERNAND LÉGER

O LAZER
O artista francês Fernand Léger foi um dos grandes mestres da pintura. Fernand Léger se destacou no cubismo e fez parte do grupo de intelectuais que revolucionaram a arte francesa no começo do século XX, entre eles os poetas Apollinaire, Marx Jacob e Blaise Cendrars, os pintores Robert Delaunay, Pablo Picasso, Albert Gleizers e Georges Braques.
O artista Fernand Léger, além de pintor, era um grande desenhista e executou muitas litografias, desenhos para vitrais, cerâmicas, mosaicos, murais e cenários para o cinema, balé e o teatro.
A temática da obra de Léger é a paísagem urbana e industrial e toda atmosfera da sociedade moderna de sua época. Léger usou objetos simbólicos como engrenagens, as tubagens, as máquinas e os operários das fábricas como decoração de sua arte; as cores: azul, verde, amarelo e vermelho, eram as preferidas, em tons fortes, retratavam as tensões do cenário da época.
A LEITURA

MULHER COM GATO

CHRISTO

INSTALAÇÃO
Christo e Jeanne-Claude


PONTE DE CHRISTO



Christo e Jeanne-Claude foram um casal que criou obras de arte ambiental . As suas obras incluem a cobertura do Reichstag em Berlim, e da ponte Pont-Neuf, em Paris, a 24 milhas (39 km), obras de arte ao longo da chamada Running Fence de Sonoma e Marin condados na Califórnia, e as portas no centro de New York City's Park Christo e Jeanne-Claude nasceram na mesma data. Eles conheceram-se em Paris em outubro de 1958. As suas obras foram assinados apenas "Christo" até 1994, quando as obras ao ar livre e grandes instalações internas foram assinadas "Christo e Jeanne-Claude". Eles voavam em aviões separados, no caso de um acidente, o outro poderia continuar o  trabalho. Jeanne-Claude morreu, aos 74 anos, em 18 de novembro de 2009, de complicações de um aneurisma cerebral. Embora a sua obra seija visualmente impressionante e muitas vezes controversas, como resultado da sua escala, os artistas têm repetidamente negado que os seus projectos têm algum significado mais profundo do que o seu impacto estética. http://rodrigofonseca10b.blogspot.com/2011/04/pesquisa.html ACESSO EM 31/10/2011