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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O GUARDA CHUVAS - MONET

O GUARDA CHUVAS - MONET

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

AS RESPIGADEIRAS - MILLET

Jean-François Millet (1814-1875) As Respigadeiras, 1857, Óleo sobre tela, Paris, Museu d'Orsay

Nesta obra, as mulheres encarnam a miséria do proletariado rural. Estas mulheres são autorizadas a passar rapidamente, antes do pôr-do-sol, pelos campos ceifados para recolher algumas espigas abandonadas.
A pintura representa três respigadeiras em primeiro plano, dolorosamente curvadas e de olhar fixo no solo. Combina a três fases do repetitivo e esgotante movimento que impõe esta tarefa: agachar-se, recolher e levantar-se.
A luz rasante do sol poente marca os volumes do primeiro plano e dá às respigadeiras formas esculturais. Sobressai a vivacidade das suas mãos, nucas, ombros e costas, avivando a cor das suas roupas.
Depois, lentamente, Millet vai esbatendo a distância, produzindo uma atmosfera dourada e poeirenta, intensificando a impressão bucólica do fundo do quadro.

O 3 DE MAIO DE 1808 - GOYA

O 3 DE MAIO DE 1808
Trata-se dos célebres fuzilamentos na montanha do Príncipe Pio, nos arredores de Madrid, na noite e madrugada de 2 para 3 de Maio de 1808. Os invasores franceses, as tropas de Napoleão, que chegariam também a Portugal, aprisionavam e fuzilavam os madrilenos que se revoltavam em defesa da independência de Espanha.
Francisco de Goya retratou a violência dos fatos, em tela, passados 6 anos, em 1814.

FILOSOFIA DE VIDA

Um professor parou na frente da classe e sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e encheu-o com pedras de uns dois cm de diâmetro.

Então perguntou aos alunos se o vidro estava cheio.

Eles concordaram que estava.

Então o professor pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos jogou-os dentro do vidro agitando-o levemente.

Os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras.

Ele então perguntou novamente se o vidro estava cheio.

Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio!

Então professor pegou uma caixa com areia e despejou dentro do vidro preenchendo o restante.

- Agora, - disse o Professor - eu quero que vocês entendam que isto simboliza a sua vida.

As pedras são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a sua vida.

Os pedregulhos são as outras coisas que importam: o seu emprego, sua casa, seu carro... A areia representa o resto.

As coisas pequenas.

Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, não haverá mais espaço para os pedregulhos e as pedras.

O mesmo vale para a sua vida.

Cuidem primeiro das pedras.

Das coisas que realmente importam.

Estabeleçam suas prioridades.

O resto é só areia!

Então um aluno pegou o vidro que todos concordaram que estava cheio e perguntou novamente se o vidro estava cheio.

Os alunos concordaram: sim, estava cheio!

Então ele derramou ÁGUA dentro do vidro.

A areia ficou ensopada com a água preenchendo todos os espaços restantes dentro do vidro e fazendo com que ele desta vez ficasse realmente cheio.

QUE FOFO!!!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

BARILOCHE

 San Carlos de Bariloche (Argentina) na Primavera.

Principal destino turístico da Patagónia, a cidade argentina sabe exibir a imponência de sua paisagem com conforto e segurança, em teleféricos, passeios de barco e atividades ao ar livre como passeios de bicicleta, cavalgadas e esportEs radicais. Com temperaturas amenas, sem as roupas pesadas e o vento gelado e inverno no rosto, o corpo do visitante relaxa e aproveita melhor o lugar. E que lugar. Por vezes, dependendo do mirante, a combinação de azul e verde parece irreal, de tão bonita.
NO INVERNO

O JURAMENTO DOS HORÁCIOS - DAVID

O Juramento dos Horácios, 1874.

O Juramento dos Horácios (1784) é uma obra do pintor francês Jacques-Louis David. Apesar de ter sido pintado cinco anos antes do começo da Revolução Francesa, ilustra os ideais artísticos do neoclassicismo.
Mostra três irmãos fazendo a saudação romana, no qual juram que lutarão pelaRepública Romana, embora sua decisão traga sofrimento a suas famílias. A pintura simboliza o princípio segundo o qual o dever público, o sacrifício pessoal e opatriotismo são valores superiores à própria segurança.

O BALANÇO - FRAGONARD

“O Balanço”, Jean-Honoré Fragonard, 1767 – Óleo sobre tela 
Os quadros de Jean-Honoré Fragonard eram igualmente leves e excessivamente ataviados (adornados). Em seu famoso “O Balanço”, num gesto provocante, uma jovem sentada num balanço atira longe a sandália de cetim enquanto um admirador espia suas calçolas de renda.

GLÊNIO BIANCHETTI

Nascido em 1928, Bagé, Rio Grande do Sul, Glênio Bianchetti se apaixonou pela arte sem saber direito o que realmente significava. Pintor, escultor, ilustrador, professor e gravador, O artista aprimorou seus dons artísticos no decorrer dos anos, em cidades como Porto Alegre, Rio de Janeiro e Brasília. Hoje ele é reconhecido no país e afora pelas suas obras contemporâneas de sucesso mundial. Via Sacra, sua atual exposição é bela, diferente, contemporânea. Bianchetti focaliza os instantes que precederam a crucificação.


Feita sob encomenda, Imagens Sacras consumiu meio ano de trabalho.
“O tema é hiperbatido. Desde a Renascença até agora serviu de matéria-prima. Como fazer? Tenho que repetir. Para mim a Via-Sacra é Cristo, sozinho, caminhando para a morte. Mas não tem sangue nem violência”.

É considerado pelos críticos como um dos pintores expressionistas e figurativos de maior talento e originalidade dos últimos tempos. A pintura se confunde com a própria vida do artista gaúcho.
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/videos/busca/busca.asp?palavrarapida=bianchetti&tipo_pesq=titulo&sid=62132099413112476557223725&k5=DC349BB&uid=&limpa=0&parceiro=OAXOAR&x=31&y=11 ACESSO EM 31/10/2011

FERNAND LÉGER

O LAZER
O artista francês Fernand Léger foi um dos grandes mestres da pintura. Fernand Léger se destacou no cubismo e fez parte do grupo de intelectuais que revolucionaram a arte francesa no começo do século XX, entre eles os poetas Apollinaire, Marx Jacob e Blaise Cendrars, os pintores Robert Delaunay, Pablo Picasso, Albert Gleizers e Georges Braques.
O artista Fernand Léger, além de pintor, era um grande desenhista e executou muitas litografias, desenhos para vitrais, cerâmicas, mosaicos, murais e cenários para o cinema, balé e o teatro.
A temática da obra de Léger é a paísagem urbana e industrial e toda atmosfera da sociedade moderna de sua época. Léger usou objetos simbólicos como engrenagens, as tubagens, as máquinas e os operários das fábricas como decoração de sua arte; as cores: azul, verde, amarelo e vermelho, eram as preferidas, em tons fortes, retratavam as tensões do cenário da época.
A LEITURA

MULHER COM GATO