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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

CRIATIVIDADE HUMANA


COISAS INCRÍVEIS FEITAS DE LEGO

Nathan Sawaya é um artista nova-iorquino, veja algumas de suas artes:
Veja só, o artista plástico Eric Harshbarger fez o Bart e o Milhous:
E a casa em tamanho real que possuía até banheiro com ducha quente de James May:
E algumas intervenções urbanas:

http://uzinga.com.br/blog/tag/arte/ ACESSO EM 10/10/12

OP ART


OP-ART – A ARTE COM ILUSÕES DE ÓTICAS

A expressão op-art é uma contração do termo em inglês optical art que significa “arte óptica”. as obras no estilo op-art devem passar a impressão constante movimento a quem a vê, outra característica do estilo op-art é sua constante transformação que é possível ser notada quando a pessoa muda de posição ao observar a obra de arte.

HISTÓRIA DA OP-ART

O termo op-art foi usado pela primeira vez através da Time Magazine em 1964. Uma das obras publicadas foi Zebra, consideradas uma das primeiras obras de op-art, composta apenas de listras, mas suas curvas dão a impressão de efeito tridimensional.
Um ano depois foi realizada em Nova Iorque a exposição The Responsive Eye (O Olho que Responde), a primeira grande exposição composta inteiramente por obras de op-art, nesta exposição foram reunidos trabalhos dos principais nomes do estilo.
Após esta exposição “The Responsive Eye” várias imagens de op-art foram usadas com contextos comerciais, algumas obras se transforaram em estampas de tecido que caíram no gosto popular, tudo devido ao op-arte ser um movimento com o foco nas arte gráfica.

PRINCIPAIS NOMES DA OP-ART

  • Victor Vasarely
  • Alexander Calder
  • Maurits Cornelis Escher
  • Jesus Rafael Soto
  • Gregorio Vardanega
  • Bridget Riley
  • Martha Boto
  • Sol LeWitt
  • Antonio Asis
  • Lino Tagliapietra
  • Richard Anuszkiewicz
  • Youri Messen-Jaschin
  • Ivan Serpa
  • Hedda Sterne

PRINCIPAIS OBRAS DA OP-ART


Zebras - Obra de Victor-Vasarely de 1938 - Obra símbolo do Op Art
Zebras – Obra de Victor-Vasarely de 1938 – Obra símbolo do Op Art
Red Nose - Obra de Alexander Calder
Red Nose – Obra de Alexander Calder
Keple Gestalt - Obra no estilo op-art de Victor Vasarely de 1968
Keple Gestalt – Obra no estilo op-art de Victor Vasarely de 1968
Ambientación Cromática - Obra de op-art criada por Carlos Cruz-Diez em 2007
Ambientación Cromática – Obra de op-art criada por Carlos Cruz-Diez em 2007
Mosaico de la terre a la mer - Victor Vasarely
Mosaico de la terre a la mer Victor Vasarely
Loss - Obra de Bridget Riley
Loss – Obra de Bridget Riley
Concentric Rinds - Obra de M.C. Escher
Concentric Rinds – Obra de M.C. Escher
Saturno - Obra de 2011 de Lino-Tagliapietra no estilo op-art
Saturno – Obra de 2011 de Lino-Tagliapietra no estilo op-art

http://uzinga.com.br/blog/tag/arte/ ACESSO EM 10/10/12

ARTE URBANA


ARTE URBANA EM ÁRVORES, VOCÊ JÁ VIU?

arte urbana em árvores
arte urbana em árvores usando guarda-chuva
Artes Urbana - árvores com olhos
artes urbana - árvores com teias coloridas
http://uzinga.com.br/blog/2012/01/arte-urbana-em-arvores-voce-ja-viu/ ACESSO EM 10/10/12

ESTILOS DE DANÇA


29 de abril 


Dia Internacional da Dança



Dia Internacional da Dança ou Dia Mundial da Dança comemorado
 no dia 29 de abril, foi instituído pelo CID (Comitê Internacional da Dança) 
da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e 
Cultura) no ano de 1982.
Ainda é uma efeméride nova e até mesmo desconhecida para muita 
gente, pois começou a ser realmente lembrada no Brasil nestes últimos 
anos. Cada vez mais, no entanto, artistas e profissionais da área reconhecem
 que é importante celebrar a data para, inclusive, dar maior visibilidade
 à dança, lembrar-se de sua importância e de suas demandas.
Ao criar o Dia Internacional da Dança a UNESCO escolheu o 29 de abril
 por ser a data de nascimento do mestre francês Jean-Georges Noverre
 (1727-1810). Ele ultrapassou os princípios gerais que norteavam a dança
 do seu tempo para enfrentar problemas relativos à execução da obra. 
Sua proposta era atribuir expressividade a dança por meio da 
pantomima, a simplificação na execução dos passos e a sutileza nos 
movimentos. Noverre se destaca na história por ter escrito um conjunto
 de cartas sobre o balé de sua época, “Letters sur la Danse”.
Por coincidência, entre os brasileiros a data também pode estar 
associada ao aniversário de uma personalidade de indiscutível importância:
 Marika Gidali, a bailarina que, com Décio Otero, fundou o Ballet Stagium em
 1971 em São Paulo, para inaugurar no Brasil uma nova maneira de se fazer 
e apreciar dança.
 

O Dia Internacional da Dança é importante como mais um espaço de 
mobilização em torno deste assunto. Alguns dos objetivos desta 
comemoração é aumentar a atenção pela importância da dança entre o 
público geral, assim como incentivar governos de todo o mundo para 
fornecerem melhores políticas públicas voltadas à dança.
Enquanto a dança tem sido uma parte integral da cultura humana através
 de sua história, não é prioridade oficial no mundo. Em particular, o 
professor Alkis Raftis, então presidente doConselho Internacional de Dança,
 disse em seu discurso em 2003 que "em mais da metade dos 200 países no
 mundo, a dança não aparece em textos legais (para melhor ou para pior).
 Não há fundos no orçamento do Estado alocados para o apoio a este tipo 
de arte. Não há educação da dança, seja privada ou pública".
Não temos, hoje, clareza nem de quando e nem de que por que razões o 
homem dançou pela primeira vez, no entanto na medida em a arqueologia 
consegue traduzir as inscrições dos “povos pré-históricos”, ela nos indica a 
existência da dança como parte integrante de cerimônias religiosas, nos 
permitindo considerar a possibilidade de que a dança tenha nascido a partir
 ou de forma concomitante ao nascimento da religião. Foram encontradas
 gravuras de figuras dançando nas cavernas de Lascaux, na medida em 
que estes homens usavam estas inscrições para retratar aspectos importantes
 de seu dia-a-dia e de sua cultura, como os relacionados a caça, a morte e
 a rituais religiosos, podemos inferir que essas figuras dançantes 
fizessem parte destes rituais de cunho religioso, básicos para a sociedade 
de então.
A dança, tal como todas as manifestações artísticas, é fruto da 
necessidade de expressão do homem, de maneira que seu aparecimento
 se liga tanto às necessidades mais concretas dos homens quanto 
àquelas mais subjetivas. Assim, se a arquitetura nasce da necessidade da 
construção de moradias adequadas e seguras, a dança, provavelmente,
 veio da necessidade de exprimir a alegria ou de aplacar fúrias dos deuses.

Atualmente, podemos  classificar a dança em três formas distintas: a 
étnica, a folclórica e a teatral. Acredita-se que as danças folclóricas são
 fruto da migração das danças religiosas de dentro dos templos para as
 praças públicas. Com esta migração estes ritos que antes eram permitidos
só aos iniciados passaram a fazer parte do universo simbólico de uma 
população cada vez maior, desta maneira estas manifestações religiosas 
passaram a tomar um caráter de manifestações populares criando, 
então, um importante progresso na história da dança. Com esta mudança de
 caráter e com o passar do tempo, a ligação entre estas manifestações e os
 deuses foi se diluindo, e as danças, primeiramente religiosas hoje 
aparecem como folclóricas.
Estas danças ao longo do tempo passaram a adquirir “coreografias
 próprias” de maneira que possuem passos e gestos peculiares a cada 
uma, com significado próprio e que devem ser respeitados no contexto
 de cada cerimônia específica.
Devemos lembrar que durante vários séculos grande parte das 
manifestações de dança era privilégio do sexo masculino, de maneira que com
 só com o passar dos anos as mulheres passaram a participar ativamente das
 danças folclóricas. Ainda hoje, em certas regiões da União Soviética, como o 
Cáucaso, a Ucrânia e as Repúblicas Orientais, existem danças matrimoniais em
 que as mulheres só tomam parte passivamente: os homens dançam em torno
 delas, principalmente da noiva, sem que elas esbocem qualquer gesto. Este 
tipo de dança são claro exemplo do caminho das danças de cunho religioso 
que com o passar dos anos tomaram um caráter de danças folclóricas.
Também não podemos precisar claramente a origem da dança teatral. Sabemos
 que no Império Romano ocorriam espetáculos variados em que se 
apresentavam dançarinos, mas as indicações que temos nos levam a 
acreditar que suas apresentações se davam em tal formato que 
hoje as consideraríamos como apresentações circenses com acrobatas e 
saltimbancos.
Enquanto no Império Romano estas apresentações tinham um caráter 
circense, na Índia e na China as cortes contavam com os serviços de
 “escravos-bailarinos” que dançavam com o intuito de distrair os 
soberanos e da nobreza.
Durante vários séculos, essas manifestações de dança artística, se eram 
apresentadas apenas para as nobrezas de cada sociedade, apenas com o
 passar dos anos o povo foi tendo acesso às exibições, transformando-se 
assim em teatro popular aquilo que até então era privilégio de uma pequena
 minoria.

Tipos de dança 

Existem quatro grandes grupos de estilos de dança, que são: 

*Dança Clássica - conjunto de movimentos e de passos, elaborados em 
sistema e ensinados no ensino coreográfico. 

*Dança de Salão - praticada nas reuniões e nos dancings. 

*Dança Moderna - que se libertou dos princípios rígidos da dança 

acadêmica e que serviu de base ao bailado contemporâneo. 

*Dança Rítmica. 


Os vários tipos de dança: 


Ballet, Ballroom, Bolero, Break-dance, Capoeira, Ceroc, Can Can, 

Cha-Cha-Cha, Contemporânea, Contra-dança, Country Western, Disco, 
Exotic Dancing, Flamenco e Spanish Gypsy, Folk and Traditional, Foxtrot, 
Funk, Jazz, Line Dance, Mambo. Merengue, Middle Eastern, Modern, Polka, 
Religiosas e dança Sacra, Rumba, Salsa, Samba, Swing, Scottish, 
Country Dancing, Square Dance, Tango, Twist, Valsa, Western, etc.


Danças Populares 

Na Espanha - Fandango, Bolero, Jota, Seguidilha, Flamenco... 
Itália, a Tarantela, Furlana… 
Inglaterra - Jiga… 
Polónia - Mazurca e Polca… 
Hungria - Xarda… 
No Brasil as principais são: Baião, Samba… (As danças brasileiras são a 

mistura de fatores negros, índios e Europeus). 
Portugal - Vira, Verde-Gaio, Malhão, Fandango Ribatejano, Pauliteiros de 

Miranda do Douro, Gota, Chula, Corridinho... 



A dança é uma das três principais artes cênicas da Antiguidade
Caracteriza-se pelo uso do corpo seguindo movimentos previamente 
estabelecidos (coreografia) ou improvisados (dança livre). Na maior parte dos 
casos, a dança, com passos cadenciados é acompanhada ao som e 
compasso de música e envolve a expressão de sentimentos potenciados por ela.

A dança pode existir como manifestação artística ou como forma de 
divertimento e/ou cerimônia. Como arte, a dança se expressa através dos
 signos de movimento, com ou sem ligação musical, para um determinado 
público, que ao longo do tempo foi se desvinculado das particularidades
 do teatro.

EXEMPLO





A professora Suzie Bianchi desenvolve um trabalho de dança e circo com deficientes.

Seu objetivo é o de mostrar que a arte foi feita para todos, e que o mais importante é desenvolver o
 potencial artístico de cada indivíduo como um ser único!

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Acredito que dançar é uma libertação da alma, uma maravilhosa forma de se expressar.

Sou admiradora, apreciadora, não me enquadro em nenhuma modalidade, mas minha paixão por ritmos e corpos bailando é de longa data, me sinto fascinada por esta arte.


















Parabéns!

Beijos pra quem dança ;*

http://robertasamyars.blogspot.com.br/2012/04/dia-internacional-da-danca.html ACESSO EM 10/10/12

ANA BOTAFOGO


Ana ‘Botafogo’, bailarina

Ana ‘Botafogo’, primeira-bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, desde 1981, possui uma carreira com muitos momentos importantes.

Ana ‘Botafogo’ frequentou a Academia Goubé na Sala Pleyel, em Paris, a Academia Internacional de Dança Rosella Hightower, em Cannes, e o Dance Center-Covent Garden, em Londres.

As suas participações internacionais incluem festivais em Lausanne, Veneza, Havana e na Gala Iberoamericana de La Danza, representando o Brasil a propósito da comemoração aos 500 Anos do Descobrimento das Américas.

De regresso ao Brasil foi nomeada Bailarina Principal do Teatro Guaíra (Curitiba), da Associação de Ballet do Rio de Janeiro e, em 1981, juntou-se ao balé do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Ao longo de sua carreira, Ana ‘Botafogo’ interpretou os papéis principais de todos as mais importantes obras do repertório da dança clássica, entre os quais se encontram Coppélia, O Quebra Nozes, Giselle, Romeu e Julieta, Don Quixote, La Fille Mal Gardée, O Lago dos Cisnes, Floresta Amazônica, A Bela Adormecida, Zorba o Grego, A Megera Domada e Eugene Onegin.

Ana dançou como artista convidada em importantes Companhias de Ballet e teve parceiros como Fernando Bujones, Julio Bocca, David Wall, Desmond Kelly, Cyril Athanassof, Alexander Godunov, Richard Cragun, Jean-Yves Lormeau, Lazaro Carreño, Tetsuya Kumakawa, Yuri Klevtsov, José Manuel Carreño e Slawomir Wozniak.

Entre muitos títulos que recebeu do governo do Rio de Janeiro estão o de Embaixatriz da Cidade do Rio de Janeiro e o de Benemérito do Estado do Rio de Janeiro. O Ministro da Cultura da República Francesa nomeou-a, em 1997, “Chevalier Dans L'Ordre des Arts et des Lettres” e, em 1999, o Ministério da Cultura do Brasil outorgou-lhe o Troféu Mambembe, referente ao ano de 1998, pelo reconhecimento ao conjunto do trabalho e divulgação da dança em todo o território nacional.

Em Dezembro de 2002 recebeu do Ministério da Cultura a Ordem do Mérito Cultural, na classe de Comendadora, por ter se distinguido por suas relevantes contribuições prestadas à cultura no país e, em Agosto de 2004 recebeu a Medalha de Mérito Pedro Ernesto da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Ana ‘Botafogo’ é considerada, tanto pelo público como pela crítica, uma das mais importantes bailarinas brasileiras devido à sua técnica, versatilidade e arte.

Pesquisa de Rui Moura (blogue Mundo Botafogo)
Fonte: http://www.anabotafogo.com.br/quem.php
http://mundobotafogo.blogspot.com.br/2011/10/ana-botafogo-bailarina.html - acesso em 10/10/12

BREAK


O Break Dance


O Break vai muito além de uma forma de dança. É mais que tudo, um estilo de vida para quem ama o Hip Hop, é atitude, é arte de rua. Embora o Break já existia há pelo menos 30 anos (de acordo com as maiores autoridades do mundo), sua explosão e exposição ao grande público, passou a acontecer à partir de 1979, quando já estavam formados todos os conceitos do Hip Hop como o conhecemos hoje, afinal, um ano antes (1978), já existiam as formações organizadas de inúmeros crews de Break; as grandes gravadoras já acertavam as contratações de artistas de Rap e a concepção da Graffitti-Art assumia a atual forma de painel multicor segundo a revolucionária definição do artista plástico Phase 2.

Pronto. Estava formado o Hip Hop em suas três manifestações máximas: O Break, Graffitti e Rap. Hoje, quando a mídia mundial divulga cada vez mais o Rap, muitos devem perguntar porque não cito o Rap, e sim o Break como base para a existência do Hip Hop. Vejamos, no meio da década de 70, a Disco Music dominava o mundo, e outras formas de expressão musical como o Rap não tinham aceitação junto à mídia. Enquanto tudo isso acontecia, o Hip Hop já existia, e não tinha chance de se propagar nos meios de comunicação, e mesmo nas ruas, não conseguiria sucesso utilizando apenas o Rap em sua pura forma de ritmo e poesia, pois o mundo inteiro se embalava no universo de luzes do Disco.

Por outro lado, o Break era a única forma de arte livre, e impossível de ser contido, por quem quer que fosse, pois tinha o apelo visual necessário para chamar a atenção das massas.
Os movimentos intrincados, acrobáticos, mas altamente plásticos e harmônicos dos B-Boys começaram a buscar fãs e seguidores nas ruas, na base do corpo à corpo, trazendo junto o Graffitti, com sua colorida expressão artístico-visual, e o Rap, a trilha sonora que completava o cenário. E foi assim que o Hip Hop começou a se fortalecer, pois era preciso algo que enchesse os olhos do público para atingir a popularidade, que trouxesse todos os elementos básicos para satisfazer os requisitos da indústria de entretenimento.

O Break era tudo isso. A "nova" dança atingiu o público como um furacão, e as emissoras de rádio e televisão; os clubes e as revistas começavam a mostrar a todo mundo o Break, muitas vezes sem perceber que com isso, estavam iniciando a promoção e divulgação do Hip Hop como um todo. Pode se dizer que o Break fazia, entre 70 e 80, o papel que os vídeos fazem hoje, em benefício da indústria fonográfica, aumentando a força de mercado através do apelo visual.

Com a popularização do Break, firmava-se a figura do B-Boy; surgia o interesse sobre as ténicas utilizadas pelos Djs e rappers. No princípio, a motivação do Break era defender, palmo a palmo, nas ruas, o espaço para a emancipação da cultura Hip Hop. Com o tempo, as lendárias batalhas ou "rachas" evoluíram para um estágio de desenvolvimento de conceitos diversos, que iam desde a compreensão dos difíceis passos da dança, até programas de recuperação de jovens viciados ou que viviam nas ruas. Quando a indústria cinematográfica resolveu mostrar o Hip Hop em filmes, mais uma vez, o Break cumpriu o seu papel, e milhões de jovens em todo o mundo, passaram a praticar em qualquer lugar possível, desde a aparição do Rock Steady Crew em Flashdance, passando por históricos filmes como Style wars (83), Wild Style (83), Beat Street (84), Breakin' (84), Rappin' (85), e Krush Groove (85).
Filmes como esses estabeleceram um marco na história da música, mostrando uma cultura de rua que abria novos horizontes nas vidas das pessoas, principalmente aquelas que viam a rua apenas como o ambiente de um submundo criminal, um antro de perigos.
Nesses filmes as pessoas tinham a oportunidade de fomar um paralelo de escolha entre o bem e o mal, partindo de um ponto de vista real. Como se viu em Beat Street e Krush Groove era possível deixar a violência e o crime sem deixar as ruas; era possível ser alguém, tornar-se um artista expressando experiências próprias e mostrar a arte sem ter que se transformar num "Personagem", assim como surgia a chance de desenvolver uma cultura que não necessita de retoques ou ajustes para se tornar "comercialmente viável".

Não era preciso ter dinheiro ou influência, mas sim, amor à arte e vontade, muito vontade. Um dos aspectos mais positivos do Break é justamente a rotina de treinamento, que praticamente obriga a deixar todos os vícios, dormir bem, alimentar-se ainda melhor, ou seja, ter saúde. Por todos esses motivos, os meios de comunicação de todo o mundo voltam a dar evidência ao Break, e começa a ser comum ver nomes como o de Crazy Legs e Peewee (Rock Steady Crew), os N.Y.City Breakers, fazendo parte das notícias; nas ruas toda a linha de vestuário street remete aos áureos tempos do Break (tênis Adidas, Puma, Converse, Agasalhos, etc.); grupos de Rap em evidência vêm colocando dançarinos de Break em show e videoclipes (Lords of the Underground, The Coup, Fugees), artistas como Busy Bee, Cold Crush Brothers, Treacherous Three, Fearless Four, Kurtis Blow, Afrika Bambaataa, e muitos outros estão gravando novos discos, artistas do Graffitti fazem mostras do nível de pintores clássicos em galerias e espaços culturais. Tudo porque existe o Break.

http://redebboys.blogspot.com.br/2009/11/o-que-e-o-break_21.html
ACESSO EM 10/10/12

HIP - HOP


A Rebeldia do Hip-Hop

Tudo começou na década de 1970.
Os pilares essenciais nesta dança são: o rap; DJing; Breakdance e a escrita do gráfiti.
Mal se estreou  virou logo moda fazendo muito sucesso!
Quando ouvimos este nome "Hip-Hop" com certeza ficamos todos muito curiosos pelo seu significado, então "Hip" é usado na língua inglesa que significa algo actual e "Hop" refere-se ao movimento da dança.
Esta dança é muito conhecida por ser uma dança urbana. Desde que começou sempre foi treinada em "guettos" até hoje esta prática mantém-se nestes ditos lugares. 
Os jovens começaram a fazer estes movimentos do hip-hop porque era uma maneira de se expressarem visto que tinham muitos problemas, como por exemplo, a pobreza, a ordem social, o tráfico de droga, violência etc.

http://tiposdedancaareap.blogspot.com.br/2011/03/hip-hop.html ACESSO EM 10/10/12

JERK


O Jerkin' ou Jerk é um movimento de Los Angeles e Califórnia. O movimento Jerk originou se em 2008 em Los Angeles e já conquistou popularidade na Costa Oeste e Costa Leste dos Estados Unidos e na Europa. A dança em si consiste em mover os pés para frente e para trás e o montante de cores que cada dançarino tem.O primeiro grupo jerk a ensistir em Portugal foram os SWCKER.São um grupo no momento muito popular,pelas suas canções.A 1ªcanção desse grupo foi "WE DA BEST" e entre muitas...
E um grupo muito famoso nos EUA são os "THE RANGERS",este grupo é constituido só por rapazes.

http://tiposdedancaareap.blogspot.com.br/2011/03/jerk.html ACESSO EM 10/10/12