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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O MUNDO DOS SENTIMENTOS - VINGANÇA


Vingança

Ação ou efeito de Vingar -se , castigo , punição .
  

 Michaelis: Dicionario prático de Lingua Portuguesa – São Paulo : Editora  Melhoramento , 2008 

Vingança consiste na acaudeça contra uma pessoa ou grupo em resposta a algo que foi percebido ou sentido como prejudicial. Embora muitos aspectos da vingança possam lembrar o conceito de igualar as coisas, na verdade a vingança em geral tem um objetivo mais destrutivo do que construtivo. Quem busca vingança deseja forçar o outro lado a passar pelo que passou e/ou garantir que não seja capaz de repetir a ação nunca mais.
A ética da vingança é acaloradamente debatida na filosofia. Alguns creem que ela é necessária para se manter uma sociedade justa. Em algumas sociedades se acredita que o mal infligido deve ser maior do que o mal que originou a vingança, como forma de punição. A filosofia de "olho por olho" citada no Velho Testamento da Bíblia (Êxodo 21:24) tentou limitar o dano causado, igualando ao original, para evitar uma série de ações violentas que escalassem rapidamente e saíssem do controlo. Outros argumentam contra a vingança alegando que se assemelha à falácia de que "Dois erros fazem um acerto". Alguns cristãos interpretam a passagem de Paulo "A mim a vingança; a mim exercer a justiça, diz o Senhor" (Epístola aos Romanos 12:19, na versão da Bíblia Sagrada da editora Ave Maria) como significando que apenas Deus tem o direito de praticar a vingança.

O MUNDO DOS SENTIMENTOS - VONTADE


         Vontade

dicionario.s.f. Nome dado à capacidade de uma pessoa agir com intencionalidade definida. Quando se acende a luz para ver o que se passa na sala, diz-se que a pessoa que age dessa maneira desejou, empenhou sua vontade, na ação. Este tipo de ação é chamado voluntário. Mas, quando a pessoa pisca os olhos diante de um foco de luz, este ato não é desejado, não é um produto da vontade, e é chamado involuntário.


Texto:A vontade, pra começar, é algo que dá e não passa. Ela fica e insiste, mas nem sempre vence. Na maioria das vezes é o tempo o grande vencedor da parada, mas também, em certas vezes, um injustiçado. Ele sempre leva a culpa de tudo. É sempre por “falta de tempo” que se deixa de fazer as coisas das quais se tem vontade. Mas será mesmo que o tempo é sempre tão escasso assim? Não, nem sempre, pois, por muitas e muitas vezes é a falta de disponibilidade que não deixa que atendamos a chorosa e pidonha vontade.

É, as vezes a vontade é descabida, mas quem vai discutir isso? O que é de gosto regala a vida, não é mesmo? Não cabe aqui em todo esse julgamento, na busca pelo verdadeiro culpado, analisar os absurdos e excessos da vontade. Nesse caso ela é vítima inquestionável, afinal, sempre acaba “na vontade”. O tempo, por sua vez, é o primeiro a ser acusado: “não fiz aquele desenho por falta de tempo”; “não cortei os cabelos e nem pintei as unhas por falta de tempo”; “não deu tempo de ouvir aquela música”; “fiquei vários dias longe de meu diário – que nem é diário - porque o tempo é curto demais”...

Fonte:http://texto-sentido.blogspot.com/2007/03/vontade-tempo-e-disponibilidade.html